domingo, 6 de março de 2011

O Pedro Henrique e 1 ano e meio de vida


Meu filho é adorável, inteligente, meigo, atencioso, carismático e tem uma essência muito, muito cativante. Eu que achei com minha arrogância que ensinaria muita coisa para ele, hoje me vejo aprendendo dia após dia uma coisa nova. 
O Pedro não desgruda de mim, nem eu dele. O tempo todo em casa ele fica de olhos fitos no que faço, no que digo. Se estou vendo tv ele senta no meu colo e puxa o meu rosto para ele, o tempo todo ele me dá atenção, cobra atenção, e tem horas que ele fica tão grudado que tenho a impressão que quer entrar dinovo pra dentro de mim.
É um tagarela. Fala um monte de coisas, repete o que a gente fala e tem em seu repertório um monte de "não quê" para tudo que a gente pergunta. Está na fase do não.
O desenvolvimento dele é impressionante, ele já anda a meio ano, isso faz com que ele já corra para todo lado, dê pulos, desça e suba escadas, as camas e qualquer obstáculo para ele é nada. Ele tem uma habilidade motora muito ágil e isso me deixa louca. Não há limite para ele fazer as coisas que gosta.
Tenho maior orgulho do tanto que ele é uma criança esperta, ativa, empolgante. É a alegria da nossa vida! 

Pesquisas sobre o bebê de 1 ano e meio:


Todas as coisas legais do mundo pertencem ao seu filho nesta idade, sejam as chaves do seu carro, o bichinho de pelúcia do irmão, o sapato do pai, o escorregador do parquinho. Vá ensinando a ele como dividir as coisas, sempre elogiando quando ele emprestar alguma coisa ou deixar outra criança brincar primeiro. Quando estiver contando uma história ou assistindo a um desenho, aponte os exemplos de pessoas dividindo as coisas. Mas tente não dar muita bronca quando ele não quer emprestar -- você pode deflagrar a tão famosa teimosia desta idade, e aí é que ele não vai ceder mesmo.


Seja na hora de dormir ou quando está relaxando, crianças de 1 ano e meio costumam ter estratégias para se acalmar. Pode ser um boneco ou paninho preferido (o chamado objeto transicional, ou de transição), mas às vezes é enrolar o cabelo com os dedos, se balançar ou chupar o dedo. Na maioria dos casos eles abandonam esses hábitos até os 4 anos, por isso não há necessidade de se preocupar por enquanto, vá tirando aos poucos, principalmente hábitos como chupeta e o dedo, se seu filho tem esse hábito é hora de começar a tirar.
Continue firme na rotina, são os pais que decidem a hora que a criança deve dormir, se alimentar, brincar.
Essa é a fase das descobertas. A criança quer saber sempre o que há dentro, atrás, embaixo de tudo o que vê. Se há alguns meses ela se contentava em esvaziar a gaveta, agora ela vai tentar colocar tudo de volta para ver se cabe.




Movimentos amplos ainda superam a coordenação motora fina, porque crianças de 1 ano e meio não têm paciência de ficar paradas fazendo atividades que exijam a habilidade das mãos. Algumas podem ser atraentes: pintura com os dedos, colorir com giz de cera, fazer torres com bloquinhos, abrir e fechar portas e, claro, apertar todo e qualquer botão que aparecer pela frente.
Um telefone ou controle remoto que não estejam mais funcionando podem servir de brinquedo. Colocar uma coisa dentro da outra é fascinante. Existem quebra-cabeças de madeira (em que formas se encaixam no baixo relevo) ótimos para essa fase. Um dos sinais de que a destreza manual dele está melhorando é que ele já consegue segurar um copo sem tampa e beber sem derramar (muito...).


Para melhorar o vocabulário uma boa idéia este mês é ouvir música e cantar junto com seu filho. As letras de música são uma ótima fonte de novas palavras para o vocabulário dele, que não pára de crescer. Não corrija palavras que ele pronunciar errado. Apenas as repita do jeito certo. Se ele pedir "bicôco", você diz "Olha aqui o seu biscoito". Com essa idade as crianças sabem pelo menos uma dúzia de palavras, e a maioria consegue juntar duas: "Cadê bola?" ou "Qué colo!". Caso seu filho ainda não fale pelo menos duas palavras, não deixe de mencionar isso para o pediatra na próxima consulta. Uma possibilidade é fazer uma audiometria para ver se ele está ouvindo bem. Saiba, porém, que há crianças que demoram mesmo mais para falar, assim como há as que andam ou engatinham mais tarde.




Não, não e não. Anda ouvindo muito essa palavra ultimamente? Por um lado, ela sai da sua boca a cada minuto, na tentativa de evitar algum desastre. Por outro, seu filho adora dizê-la para desafiar você. Conforme ele vai ficando mais autoconfiante, as vontades aparecem com mais força. E a você cabe decidir quando o "não" é absolutamente necessário (ele quer subir numa cadeira para mexer no fogão, por exemplo), ou quando você pode deixá-lo tentar (se ele insiste em fechar o cinto da cadeirinha do carro sozinho) por um tempo, até ver que não consegue.


Para evitar os ataques de birra, você pode usar algumas estratégias. Os chiliques sempre acontecem na hora em que você está mais ocupada, e com pressa. De manhã, por exemplo, experimente levantar 15 minutos mais cedo para fazer as coisas com calma.


Se tiver que sair com seu filho, prefira horas em que ele esteja descansado e alimentado. Leve um livro ou um brinquedo favoritos para a sala de espera do médico. E arme-se de paciência porque você nunca conseguirá evitar todos os ataques de birra -- eles são parte integrante das crianças desta idade e não perca a chance de curtir todas as fases com seu filho, até essas são extremamente importantes e você sentirá falta quando ele não for mais pequenino.



 

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